e agora o caso de nossa fuga

vindo calmo e lento, como a surgir uma nova língua
– e é ainda a mesma apesar de outra –
o marulhar de nossa alma.………………………………………………………………………………..
eis o poema: estranha forma de apreender realidades
………………………………vindouras, agora presente.
e o que isso importa agora, pergunta, o que há para ser visto.
é uma questão de estrutura, tentar os limites de tudo, descobrir o limiar de nossa ventura,
o que há para ser
……………………………………….realizado.
apois, veja, é qualquer coisa de………………………..
penetramos o estreito caminho que nos traz até aqui,
……………………ao centro de nossa existência, o ponto vélico de nossa existência, a beirada,
…………estamos lá.
eis o poema: uma abertura
para a possibilidade, Poesia em sua máscara da vez.………………………………………………
construímos, então, monumentos para a nossa fuga, rastros do desconhecido.
eis o poema: uns sabem a respeito, outros nada entendem

…e acordamos na manhã ainda de vir: há uma estranha luz, o sol de mais cedo: despertamos.
não sabemos ao certo o que pode acontecer a partir desse instante

Comments are closed.